A vida não faz distinções. Não importa se alguém é rico ou pobre, se pertence à Frelimo ou a qualquer outro partido, se tem acesso a tratamentos caros ou simples. Quando o momento chega, ninguém pode dizer “não” à morte
Esta realidade serve de alerta para
aqueles que humilham os outros, para os que se apropriam do que pertence ao povo e para os que tiram vidas em nome do poder e da ambição por um lugar no trono. Como diz o provérbio, não importa o quanto alguém sofra ou chore: um dia irá sorrir. E aqueles que hoje sorriem também terão o seu dia de dor e lágrimas.
Isso mostra que não existe imortal neste mundo. Podemos ter conforto, bens e privilégios, mas a vida não está sob o nosso controlo. Queiramos ou não, todos teremos de aceitar o destino. Essa verdade deve levar-nos a refletir: vale a pena humilhar alguém por ser pobre? Vale a pena tirar a vida dos desfavorecidos apenas para se manter no topo? Será justo viver apenas para satisfazer a si próprio, ignorando os outros?
Nascemos sem nada e partimos da mesma forma. Todos sabem disso. Ainda assim, há quem ignore essa realidade, valorizando apenas o próprio bem-estar, como se a sua vida fosse mais importante do que a dos demais.
A morte não deve ser motivo de celebração. Por isso, endereço as minhas condolências e o último adeus à antiga ministra das Finanças, Luísa Diogo, membro do partido Frelimo, que faleceu no dia 16 de janeiro de 2026, em Portugal. Aos que permanecem, fica o aviso: o relógio continua a marcar o tempo — tic-tac, tic-tac. A hora chega para todos.
Paz para todos 🙏

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